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Uso inteligente de testes (Kaufman, 1979)

 

O instrumento que o/a examinador/a utiliza é uma mera ferramenta. Deste modo o bom ou mau resultado da avaliação não depende da qualidade do instrumento, mas sim das competências do examinador. A perícia e o treino do examinador são mais importantes do que os instrumentos específicos administrados (Aiken, 1996)

 

“O examinador deve ser melhor do que os testes que utiliza” (Kaufman, 1979, citado por Aiken, 1996).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A avaliação deve ser orientada para o examinado e não para o teste. O teste é um simples meio (entre outros) de obter informações e um agente de ajuda não um instrumento para rotular ou para canalizar para programas “sem saída”. Os resultados dos testes devem ser interpretados individualmente e usados no sentido de gerar hipóteses uteis à pessoa avaliada (Aiken, 1996).

 

Simultaneamente, “Os testes não tomam decisões, são as pessoas que tomam decisões” (Bahnato & Neisworth, 1991, citado por Aiken, 1996).

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